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		<title>Backup do Perfil do Firefox</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 15:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perdeuinfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Firefox dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Backup Firefox]]></category>
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		<description><![CDATA[O FileFox é a maneira mais fácil e rápida de fazer backup dos perfis do Firefox. Tenha sempre a mão suas informações como favoritos, histórico completo, senhas salvas, sessão de paginas(tabs) abertas, extensões e muito mais. Download<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=36&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>FileFox</strong> é a maneira mais fácil e rápida de fazer<strong> backup dos perfis do Firefox</strong>. Tenha sempre a mão suas informações como favoritos, histórico completo, senhas salvas, sessão de paginas(tabs) abertas, extensões e muito mais. </p>
<p><a href="http://code.google.com/p/foxfile/">Download</a></p>
<p><img src="http://perdeuinfo.files.wordpress.com/2009/10/ff1_vista_sem_menu.jpg?w=450&#038;h=450" alt="Filefox" width="450" height="450"></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/perdeuinfo.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/perdeuinfo.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=36&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Tipagem de dados</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 20:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perdeuinfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipagem de dados]]></category>
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		<description><![CDATA[No geral uma linguagem é um conjunto de símbolos e regras que um determinado grupo usa para comunicar-se internamente ou externamente com outros grupos distintos, por meio de uma linguagem que ambos tenham conhecimento. Com a linguagem de programação não é diferente, ela é responsável pelo intercâmbio entre o programador e o dispositivo (computador, celular, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=19&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">No geral uma linguagem é um conjunto de símbolos e regras que um determinado grupo usa para comunicar-se internamente ou externamente com outros grupos distintos, por meio de uma linguagem que ambos tenham conhecimento. Com a linguagem de programação não é diferente, ela é responsável pelo intercâmbio entre o programador e o dispositivo (computador, celular, PDA1 etc) a ser programado. Pode-se resumir as principais características de uma linguagem de programação em poucas palavras, porém estas informações, expressão muito do seu funcionamento e de uma forma generalizada como um compilador trata seus aspectos intrínsecos.</p>
<p style="text-align:left;"><strong> Tipagem Estática</strong>: A linguagem é dita tipada de forma estática quando a verificação dos  tipos de dados(variáveis, objetos), é feita em tempo de compilação.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Tipagem Dinâmica</strong>:  A linguagem é dita tipada de forma dinâmica quando verificação dos tipos de dados é feito em tempo de execução(runtime).</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Tipagem Fraca</strong>: É quando os tipos de dados não são bem definidos ou se misturam, não é necessário associar o tipo de dado há variável, pois o compilador/interpretador se encarrega de faze esse tipo de verificação.</p>
<p style="text-align:left;"><strong> Tipagem Forte</strong>: É quando os tipo de dados são bem definidos, também é necessário de forma explicita associar o tipo de dado há variável. 	Outra característica importante é forma do artefato gerado, em linguagens interpretadas, são gerados bytecodes2, que são interpretados por uma maquina virtual e que posteriormente serão traduzidos em linguagem de maquina.</p>
<p style="text-align:left;">A grande vantagem de linguagens interpretadas é escrever um código fonte para diversas plataformas com pouca ou nenhuma mudança no mesmo. Já linguagens compiladas geram  arquivos executáveis especificamente para uma plataforma, isso garante uma alta performance de velocidade sobre as linguagens interpretadas porém isso impede sua portabilidade, deve-se ao fato de que o código compilado ser executado sem passar por um intermediário(maquina virtual). O numero de paradigmas que a linguagem oferece é relevante, algumas linguagens de programação tem diversas finalidades e são utilizadas para desenvolver qualquer tipo de programa, outras são bem restritas como é caso de lisp e prolog que são utilizadas na área de inteligencia artificial.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/perdeuinfo.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/perdeuinfo.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=19&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Firefox domando a raposa insassiável</title>
		<link>http://perdeuinfo.wordpress.com/2009/01/06/11/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 13:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perdeuinfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Firefox dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
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		<description><![CDATA[As reclamações do consumo de memoria do Firefox, são bastantes, aqui deixarei umas dicas para amenizar isto 0) Abra o Firefox e na barra de endereço digite about:config 1) Diminua a quantia de paginas que são &#8220;salvas&#8221; para fazer o &#8220;avançar/voltar&#8221;, por padrão esse valor  é 50, deixe algo em torno de 5 a 15. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=11&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As reclamações do consumo de memoria do Firefox, são bastantes, aqui deixarei umas dicas para amenizar isto</p>
<p>0) Abra o Firefox e na barra de endereço digite about:config</p>
<p>1) Diminua a quantia de paginas que são &#8220;salvas&#8221; para fazer o &#8220;avançar/voltar&#8221;, por padrão esse valor  é 50, deixe algo em torno de 5 a 15. O nome da &#8220;chave&#8221; é  browser.sessionhistory.max_entries</p>
<p>2) Force o botão de fechar a aba aparecer apenas na aba selecionada. browser.tabs.closeButtons deixando o valor dessa &#8220;chave&#8221; em zero.</p>
<p>3) Crie uma nova  chave clicando com o botão direito sobre um espaço em branco va em &#8220;new/novo&#8221; agora escolha boolean, digite o seguinte nome &#8220;config.trim_on_minimize&#8221;, deixe seu valor true. Ao ser minimizado o Firefox vai jogar parte do seu conteúdo(memria utilizada) para o arquivo de paginação(swap ou equivalente), assim liberando boa parte da memória quando estivar &#8220;inativo&#8221;, porém não se deixe enganar constantes minimações consomem boa parte dos recursos do processador. Testei isso no windows, veja o uso de memória do Firefox ao ser minimizado, que passa de algo de 150mb para 23/40mb.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/perdeuinfo.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/perdeuinfo.wordpress.com/11/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=11&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Banco de dados relacional</title>
		<link>http://perdeuinfo.wordpress.com/2008/12/18/ha-ha-um-pouco-sobre-banco-de-dados-relacionais/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 02:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perdeuinfo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Modelo relacional]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[“O banco de dados relacional é um banco de dados visto pelos usuários como um conjunto de tabelas (e nada além de tabelas).”(DATE, 1990, pg.100). Existem três conceitos básicos empregados pelo modelo de entidade-relacionamento, são eles, conjunto de entidades (database), conjunto de relacionamentos e atributos. Entidade: Consiste no processo de identificar objetos concretos ou abstratos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=6&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">“O banco de dados relacional é um banco de dados visto pelos usuários como um conjunto de tabelas (e nada além de tabelas).”(DATE, 1990, pg.100). Existem três conceitos básicos empregados pelo modelo de entidade-relacionamento, são eles, conjunto de entidades (database), conjunto de relacionamentos e atributos.</p>
<ul>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Entidade: Consiste no processo de identificar objetos concretos ou 	abstratos do mundo real que tem alguma importância dentro de um 	contexto especifico(negócio). As entidades são “coisas” da 	realidade, que são transpostas(abstração) para um modelo 	computacional/conceitual, sendo apenas coletado suas características 	principais. “Defini-se entidade como aquele objeto que existe no 	mundo real com uma   identificação distinta e com um significado 	próprio. São “coisas” que exitem no negócio, ou ainda 	descrevem o negócio em si.”(RODRIGUES, ABREU, 1996, pg.32).</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Atributos: Também conhecidos como campos. Nada mais é que as 	características de um objeto ou de uma entidade, tendo como exemplo 	o documento CPF seus atributos são: nome do portador, número de 	inscrição e data de nascimento ou de modo mais clássico entidade 	cliente: nome, endereço, data de nascimento, rg, cpf entre outros 	atributos.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="background:transparent none repeat scroll 0 0;margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Relacionamentos: Ou cardinalidade. É a forma como duas ou mais 	entidades se relacionam. Existem três tipos: um-para-um: “Neste 	grau de relacionamento, cada elemento de  uma entidade relaciona-se 	com um e somente um elemento de outra entidade”(RODRIGUES, ABREU, 	1996, pg.54). Exemplo um filho(a) tem apenas uma única mãe 	biológica. Uma-para-muitos: Encontrado com maior freqüência no 	processo de modelagem. Um elemento da entidade “A” relaciona-se 	com vários outros elementos da entidade “B”. Tomando o exemplo 	filho/mãe, na primeira visão temos a seguinte afirmativa, uma mãe 	pode ter vários filho(a)s, já na segunda visão, um filho(a) pode 	ter somente uma única mãe biológica. E o ultimo 	muitos-para-muitos. Onde vários elementos da entidade “A” se 	relacionam com vários outros elementos de “B”. Exemplo: muitos 	acadêmicos cursam muitas disciplinas, mas alguns acadêmicos podem 	estar cursando uma única ou mais disciplinas. Uma disciplina é 	cursado por muitos acadêmicos, ou nenhum. O relacionamento de 	muitos-para-muitos, <span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;">logo será 	“quebrado” pelas normativas e se tornara um relacionamento de 	um-para-muitos</span>.</p>
</li>
</ul>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Alguns atributos podem ter certas restrições como aceitar ou não valores nulos, ter uma valor padrão caso valor seja nulo, existe também um atributo que recebe o nome de chave primaria que é capaz identificar exclusivamente cada ocorrência de uma entidade, sendo que uma chave primaria nunca pode ter um valor nulo.</p>
<ul>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;"> *  Dependência de 	existência.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;"> * Dependência de 	identificador.</span></p>
</ul>
<ul>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="background:transparent none repeat scroll 0 0;"> <span style="font-weight:normal;"> “</span></span><span style="font-weight:normal;">Dizemos 	que uma entidade é fraca se um desses dois tipos de dependência se 	verificar entre uma entidade A e uma entidade B.”(COUGO, 1997, 	pg.53).</span></p>
</ul>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/perdeuinfo.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/perdeuinfo.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=6&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Orientação a objetos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 02:43:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Orientação a objetos]]></category>
		<category><![CDATA[polimorfismo]]></category>
		<category><![CDATA[POO]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de programação orientada por objetos não é novo. No final da década de 60, a linguagem Simula67, desenvolvida na Noruega, introduzia conceitos hoje encontrados nas linguagens orientadas a objetos como encapsulamento. Em meados de 1970, o Centro de Pesquisa da Xerox (PARC) desenvolveu a linguagem Smalltalk, a primeira totalmente orientada a objetos. No [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=perdeuinfo.wordpress.com&amp;blog=5705798&amp;post=3&amp;subd=perdeuinfo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-weight:normal;">O conceito de programação orientada por objetos não é novo. No final da década de 60, a linguagem Simula67, desenvolvida na Noruega, introduzia conceitos hoje encontrados nas linguagens orientadas a objetos como encapsulamento. Em meados de 1970, o Centro de Pesquisa da Xerox (PARC) desenvolveu a linguagem </span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><em><span style="font-weight:normal;">Smalltalk</span></em></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-weight:normal;">, a primeira totalmente orientada a objetos. No início da década de 80, a AT&amp;T lançaria a Linguagem C++, uma evolução da linguagem C em direção à orientação a objetos.</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"> A programação orientada a objetos simula atributos e comportamentos(métodos) de coisas do mundo real, tirando apenas a característica principais, dessa forma se constrói um objeto que ira se relacionar/comunicar com outros dentro de um sistema . Diferente da programação estruturada onde tudo se baseia em funções, parâmetros de retorno e a descentralização, (caso ocorra um mudança em alguma função sera necessário mudar em todas as outras que tiverem alguma dependência dessa “função subprincipal”, por exemplo onde um parâmetro era do tipo int e agora passou a ser string as mudanças serão em varias partes do código acarretando na prática mais erros ou incompatibilidades. Já na programação orientada a objetos basta apenas mudar o tipo dos atributos, pois todas as classes descendentes irão herdar a mudança de tipo ou ainda sobrecarregar o método afim de manter  compatibilidade com versões antigas do mesmo.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-weight:normal;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-weight:normal;">A programação orientada a objetos tem como principais objetivos reduzir a complexidade no desenvolvimento de software e aumentar sua produtividade. A análise, projeto e programação orientadas a objetos são as respostas para o aumento da complexidade dos ambientes computacionais que se caracterizam por sistemas heterogêneos, distribuídos em redes, em camadas e baseados em interfaces gráficas. </span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="left">
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="left">Conceitos</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="left">
<ul>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Visibilidade/Modificadores: existem três tipos de visibilidade para 	atributos/métodos são eles private, protected e public.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Private: O mais restrito de todos,  apenas a classe proprietária 	pode acessar seu métodos/atributos.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Protected: O meio termo entre private e public, somente a  classe 	proprietária e suas descendentes pode visualizar esse tipo 	atributos/métodos.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Public: De livre acesso ou seja, qualquer classe pode acessar seus 	atributos/métodos.</p>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Abstração: Criação de um modelo de dados 	abstraindo(coletando/observando) as principais características e 	comportamentos de um objeto do mundo real.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Classe: Coleção de atributos e métodos de uma abstração da 	realidade, que definem o objeto e seu comportamento. São divididas 	em dois grupos classes concretas que geram instancias e classes 	abstratas que não geram instancias.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Objeto: Em <em>POO<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote1anc" href="#sdfootnote1sym"><sup>1</sup></a></em> é uma instancia de classe, já na <em>AOO<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote2anc" href="#sdfootnote2sym"><sup>2</sup></a></em> pode ser qualquer coisa do mundo real.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Encapsulamento: Permite que tanto atributos e métodos sejam 	privados de determinada classe, sendo que somente ela terá acesso a 	tais, Dessa forma garante  o  isolando de um  possível erro não 	propagando-o.  “ O mecanismo de encapsulamento é a forma de 	restringir o acesso ao comportamento interno do objeto”. (BEZERA, 	2003, pg.9).</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Herança: Reutilização de atributos e métodos comum entre 	classes. “Existem diversas similaridades entre diferentes classes. 	Com muita freqüência duas ou mais classes compartilharam os mesmo 	atributos e/ou os mesmo métodos. Pelo fato de não querermos ter 	que fica escrevendo o mesmo código varias vezes, necessitamos tirar 	vantagens destas similaridades”. (AMBLER, 1998, pg.8).</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Polimorfismo: A capacidade do objeto/atributo/método, de ter varias 	formas distintas porém pertencendo a mesma classe(sobrecarga) ou 	hierarquia(sobrescrita). “O polimorfismo indica a capacidade de 	abstrair varias implementações diferentes em uma única interface” 	(BEZERA, 2003, pg.10). Polimorfismo geralmente é expressado por uma 	relação de generalização ou especialização sobre um(a) 	classe/objeto/método.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Mensagem: A forma como os objetos comunicam-se uns com os outros.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Persistência: Garante a integridade (estado atual) do objeto, após 	ser destruído da memoria, quando o objeto foi instanciado novamente 	ele carregará todos os valores de atributos que tinha antes de ser 	destruído. Um bom exemplo é restauração de abas do <em>firefox<a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote3anc" href="#sdfootnote3sym"><sup>3</sup></a></em>. 	“A persistência descreve as questões de como salvar os objetos 	para armazenamento permanente” (AMBLER, 1998, pg.9).</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Coesão:  Ocorre quando uma classe interage com outra porém não 	conhece os detalhes de implementação dessa ultima.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;line-height:150%;" align="justify">Acoplamento: É a medida de quanto uma classe depende de outra. Em 	um projeto orientado a objetos é recomendável tem baixo 	acoplamento e alta coesão, pois a manutenção de código será 	mais fácil e flexível a algumas mudanças.</p>
</li>
</ul>
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